Tem coisas, ti Manel,
tem coisas

CAMILO MORTÁGUA

Ideias / 23
80 pp

Formato: 15cm x 22cm
ISBN: 978-989-680-204-2
Data de Publicação: Fevereiro de 2017
PVP: 10,90 euros
 

Tem coisas, ti Manel, tem coisas

tem coisas dum outro mundo…

Criaram uma Geringonça

e ela ainda não foi ao fundo!

 

Cooperação conflitual

A exigência do mútuo acordo para poder cooperar é uma mani­festação de índole ditatorial.

A Geringonça

Bússola suficiente para a esquerda, uma falta de GPS para a direita.

As Outr’árquicas do Ti Manel

Das autárquicas às outr’árquicas. Da falta de participação ao Desenvolvimento Local. Do presidencialismo nas pequenas autarquias às “aves de arribação”.

O Alentejo tem cura?

Os Congressos, as “panelas” onde se “cozinha” o futuro do Alentejo, a demografia, as casas que ficaram para trás e a regionalização.

A cidade e a cidadania

O que era ontem a luta pelo direito à representação, a luta pelo direito a escolhermos os nossos representantes, tem de ser hoje a luta pelo direito à participação, a luta por uma democracia cada dia mais participada…

Estamos chegando ao fim da linha?

Parece que em todo o Mundo Terra se estão sentindo coisas muito diversas e estranhamente convergentes: Uma angústia de impotência. Uma esperança desconhecida. Uma desunião global. Um precipício anunciado. Uma implosão provável…

Poderá haver um futuro melhor?

Será possível dar resposta às misé­rias, angústias e contradições do presente?

 

SOBRE O AUTOR:

Entre os inimigos de Salazar que lutaram de armas na mão contra o Estado Novo destacam-se dois homens: Camilo Mortágua e Hermínio da Palma Inácio — os últimos revolucionários românticos. A eles se devem os golpes mais espectaculares que abalaram a ditadura. Mas a história da acção directa contra o regime há-de reservar a Camilo Mortágua um capítulo muito especial, pela sua perseverança na luta, ao longo de mais de vinte anos, iniciada, em Janeiro de 1961, com a participação na Operação Dulcineia, comandada pelo capitão Henri­que Galvão — o desvio do paquete português «Santa Maria» — e prosse­guida com o assalto ao avião da TAP, em Marrocos, no mesmo ano, e com a LUAR, de que foi um dos fundadores, até ao 25 de Abril.

Nos últimos anos tem trabalhado na concepção e implementação de programas e projectos de desenvolvimento local, assim como na mobilização de pessoas e grupos socialmente desprotegidos e na ani­mação e organização de comunidades em risco de exclusão.

Presidente da DELOS Constellation, Association International pour le Développement Local Soutenable (1994-2002). Co-fundador e pri­meiro Presidente da ACVER, Associação Internacional para o Desen­volvi­mento e Cooperação de Comunidades Rurais. Presidente da APURE, Associação para as Universidades Rurais Europeias. Grande Oficial da Ordem da Liberdade da República Por­tuguesa.

Publicou, sempre com a Esfera do Caos, Andanças para a Liberdade - Volume I: 1934-1961 (2009), Tem coisas, ti Manel, tem coisas, tem coisas más de entender… Mandaram fazer a açorda, e agora na a querem comer! (2010), Andanças para a Liberdade - Volume II: 1961-1974 (2013) e Tem coisas, ti Manel, tem coisas, tem coisas más de aturar… Mandaram fazer a açorda, e agora na a querem pagar! (2016).