O Benfica
como Religião



JOSÉ JACINTO PEREIRA

«Sem Colecção» / 9
72 pp

Formato: 14cm x 21cm
ISBN: 978-989-8025-92-0
Data de Publicação: Outubro de 2009
PVP: 11,50 euros

PRODUTO LICENCIADO PELO SLB
 

A mística, a adesão plena e inconsciente, o sentimento de identidade que se gera na alma, a paixão… Enfim, o título diz tudo: O Benfica como Religião!

Rui Costa, o Maestro, não hesita ao dizer que se pratica no Benfica uma forma de culto religioso.

Neste livro, a pesquisa realizada pelo autor mostra-nos que muitas das opções que marcam a vida dos adeptos do Sport Lisboa e Benfica ― no vocabulário, nos símbolos, nas atitudes e na postura ―, são, de forma indelével, opções de cariz religioso. Pela mão do autor e através da ideia de mís­tica somos levados a perceber por que razão o Benfica deixou de ser um simples clube: é um culto para milhões de pessoas em todo o mundo.

“Não há nenhum clube no mundo que possua mística igual à do Benfica.” Bela Guttmann

Todos sabemos o que o futebol move. Multidões, dizemos nós. Mas no Benfica, mais que multidões, o futebol move corações. E a mística, qual religião, é cada vez mais a imagem de marca do Benfica. Aquilo que o torna único, singular.
Neste livro faz-se uma abordagem histórica e simbólica a alguns aspectos que serviram de base a esse sentir religioso em torno do maior clube do mundo. Por exemplo, conhece os significados do vermelho? Por que se terá escolhido essa cor?

José Jacinto Pereira, naturalmente, é benfiquista. Adi­cionalmente, é licenciado em Ciência das Religiões pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecno­logias. Este livro resulta dos seus trabalhos de investi­gação.
O prefa­ciador, Paulo Mendes Pinto, é o Direc­tor daquela Licencia­tura em Ciência das Religiões e é autor, entre outros, dos seguintes livros: A Verdadeira História de Maria Madalena (Casa das Letras, 2006, com Maria Julieta Mendes Dias); O Massa­cre dos Judeus: Lisboa 19 de Abril de 1506 (Alêtheia, 2007, com Susana Bastos Mateus); De Adão a Newton: Uma História das maçãs (Esfera do Caos, 2009).